
"A escola e a universidade pecam contra a literatura se exigem dos alunos que conheçam, não tanto a obra literária em sua beleza, em sua contundência, mas tudo aquilo que a enquadra de modo mais ou menos rígido: classificações, métodos e categorias de análise, referenciais teóricos... tudo aquilo que vive da literatura (parasitando-a...) mas não é literatura, não provoca, não apaixona, não transforma o leitor, não lhe desperta a consciência para o sentido da vida."(Para uma definição de “leitura educadora”) |
Leituras educadoras (n. 134)
Olhares de Drummond (n. 135)
A força fabuladora (n. 136)
O descascador de palavras (n. 137)
Os mistérios de Clarice (n. 138)
É brincando que a gente aprende (n. 140)
Lições kafkianas (n. 141)
Augusto dos Anjos. E das ciências (n. 142)
De repente, o poetinha (n. 143)
Veias abertas (n. 144)
Aprender a ver (n. 145)
Coragem para pensar (n. 146)
Poesia é ouvir vozes (n. 147)
Educação é tudo na vida (n. 149)
Os voos de Saint-Exupéry (n. 150)
O nariz ensina (n.151)
Noções de biblioterapia (n. 152)
Bêbado de literatura e religião (n. 153)
O tempo lento do educar (n. 154)
Embarque para o mundo (n. 155)
A teoria da escolha (n. 156)
Os números estão vivos! (n. 157)