
"Conhecendo ou intuindo em mim mesmo o que é justo e injusto, o que é certo e errado, conveniente ou impróprio, posso pecar livremente e, livremente, recriar a vida com a força (virtus) da virtude."
"O pecado é a experiência máxima da humana condição.",
(Carlos Díaz),
Objetivo:
A partir de uma reflexão filosófica, artística e literária sobre os chamados "sete pecados capitais", enfatizar o poder transformador da Educação.
Temas a serem abordados:
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A noção de pecado na pós-modernidade.
- As diversas acepções de "pecado".
- Pós-modernidade e os "pecados" no âmbito da Educação.
- A educação para fazer ou para ser?
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A Gula, a Soberba e a Avareza, e a contrapartida das virtudes.
- A Gula (anorexia e ortorexia) e boa alimentação cultural.
- A Soberba versus a Humildade de deixar que o outro aprenda.
- Avareza e Generosidade ao avaliar o aluno.
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A Ira em contraste com a Indignação e a Luxúria em contraste com o Amor.
- A relação entre raiva e tristeza.
- A Ira como equívoco e a Indignação como virtude.
- A Luxúria destrutiva e autodestrutiva versus o Amor.
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A Preguiça e a Inveja, o Ócio e a Admiração.
- As artimanhas da Preguiça e o Ócio como forma de recriar-se.
- A Inveja, obstáculo para a relação pedagógica.
- A Inveja e seu antídoto, a Admiração.
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O alvo da realização humana.
- Outras virtudes da Educação.
- Realização humana como objetivo fundamental da Ética e da Educação.
Metodologia:
A palestra é adequada ao grupo receptor, com inserções de exemplos da vida cotidiana, do cinema, do teatro e da literatura. Os argumentos e conclusões são baseados em conceitos filosóficos clássicos e contemporâneos.